16 de maio de 2015

"Meu Planeta, Minha Casa" - Resumo



Meu Planeta, Minha Casa




Era um grupo de três amigos, a Blá, o Juba e o Cadu. A Blá era presidente da turma da escola. Então ela resolveu colocar no jornal da escola que a empresa Cheiro de Mel maltratava animais e estava poluindo a sua cidade. Cadu - com medo que a notícia se espalhasse-  quis defender a empresa porque ela patrocinava a equipe de natação da escola da qual ele e Juba participavam.


Cadu espalhou vários cartazes pela escola falando dos benefícios que a Cheiro de Mel trouxe, pois ela gerou empregabilidade, calçou as ruas e com tudo isso, a cidade estava avançando, se desenvolvendo. A partir daí começou um briga cerrada entre Cadu e Blá. O Juba não queria perder a amizade de nenhum dos dois. Então, falou que nessa briga ele ficaria neutro. Um professor da escola viu o que estava acontecendo e deu a ideia de um debate. Assim, poderiam mostrar seus pontos de vista. Os dois amaram a ideia e concordaram.


Enquanto a Blá pesquisa informações sobre a Cheiro de Mel, Cadu falou com o diretor de marketing sobre o debate e Albuquerque falou que iria mandar um telão para seu debate e um jogo de luzes. No dia do debate, claro, a maioria ficou do lado do Cadu. Mas muitas pessoas depois do debate foram procurar a Blá porque queriam saber mais sobre o assunto de preservação ambiental. A Blá organizou um passeio para o lixão a fim de mostrar o que a Cheiro de Mel andava fazendo e depois foram para própria empresa olhar de perto tudo. Ela descobriu que a Cheiro de Mel andava jogando lixo no rio.


E o que aconteceu depois disto... Você decide! Aliás esta é a proposta da autora Shirley Souza, sugerindo que o leitor opte pelo melhor final, seja ele mais favorável ao progresso ou à preservação ambiental.


Obg,


Bjs,


Bianka e Lívia.

Resumo- "O mistério da ilha"



Dois meninos que se conhecem há muito tempo, vivenciam uma grande aventura. Estes garotos são Chico e Carlos. Um era bem humilde, acostumado a se esforçar para conseguir o que quer e precisa. O outro ganha o que deseja sem mais nem menos.

            Os dois foram passear de barco, a mando de Carlos(que estava acostumado a dar ordens, e Chico, a obedece-las). Eles se perderam, por conta de uma neblina, chegando até uma ilha. Lá, acontecem muitas confusões. Carlos perde a roupa duas vezes. Na terceira, acaba produzindo, para si mesmo, uma tanga. Também houve comidas que “desapareceram” (foram levadas por bichos ou caíram). Chico encarou tudo isso com calma, já Carlos, se estressou muito, a ponto de falar que aquilo tudo era “mandinga”.

Após esses acontecimentos, conheceram Luana (pela qual Chico se apaixonou) e ela levou-os para o interior da ilha, que descobriram chamar-se Quilomba. Lá,viram muitas pessoas trabalhando para conseguir o que precisam,contando sempre com a ajuda umas das outras.

E aprenderam com o avô de Luana que devemos trabalhar para conseguir, sempre ajudando uns aos outros. E fica claro para todos, o que antes parecia um mistério: a maior das riquezas é respeitar ao próximo como alguém que também tem direitos. Só reconhecendo isto é que poderemos construir um mundo com mais harmonia e paz, sem cometer mais o erro do passado, quando já se explorou tanto o trabalho escravo.

            O livro é ótimo, assim como a autora (Ana Maria Machado) e trás lições importantes. Vale a pena ler! Você não irá se arrepender!

Beijos,
Alice Vasconcelos. 

             

14 de maio de 2015

A Feira Literária está chegando!!!










No dia 19 de maio de 2015, já na próxima terça-feira, acontecerá
nossa Feira Literária 2015 no Colégio Imaculado Coração de Maria, em Olinda.


Estamos publicando aqui,  várias postagens relativas à feira e também  referentes ao universo da literatura de forma geral.

As equipes dos 6º e 7º anos vão expor jogos lúdicos e virtuais além de diversos trabalhos e materiais sobre livros escolhidos pelos
alunos.

A nossa equipe (Alice Vasconcelos, Bianka Carolina, Giovanna Catarine, Helen Silva e Lívia Maria) está preparando tudo a partir dos livros "Meu Planeta, Minha Casa" de Shirley Souza e "O Mistério da Ilha" de Ana Maria Machado.

Os livros são excelentes e vamos compartilhar suas histórias com o público da Feira Literária, através do material que estamos produzindo.

Obg,
Alice Vasconcelos

Entrevistando Personagens




Todo mundo que ama ler, tem um livro favorito. Ou vários. Nossa equipe escolheu como favorito o livro "O mistério da Ilha" da maravilhosa escritora Ana Maria Machado. Na história dois meninos vivem muitas aventuras que rendem bastante aprendizado.

Nossa professora de Redação, Alba Valéria, sugeriu que "entrevistássemos" os personagens... Como o mundo da literatura permite muita imaginação e criatividade, nos colocamos no lugar dos personagens e ... o resultado você confere agora!





Entrevista com os personagens protagonistas Chico e Carlos


 


            Chico e Carlos são dois garotos que cresceram juntos, têm muitos interesses parecidos e muitas diferenças também. Até nada demais, uma história comum. Mas um dia, os dois se perderam, chegaram a uma ilha e passaram por muitos sustos e aventuras. Uma experiência que ensinou muita coisa para os dois. Eles compartilharam um pouco com a gente na entrevista que deram para nossa equipe e que você passa a conferir agora.


 
Equipe:   Chico onde você encontrou o seu grande amor, a Luana?


Chico: Em um lugar onde eu estava perdido, antes de chegar na Ilha Quilomba.


  

Equipe:   E você Carlos, como aprendeu a importância que é trabalhar e obter as coisas por seu próprio mérito?


Carlos: Após uma história contada pelo avô de Luana, sobre como as pessoas daquela ilha lutavam para se sustentar. Nunca se esquecendo de que elas se ajudavam e o trabalho de umas ajudava as outras.


  


Equipe:  Por quais aventuras vocês passaram antes de chegar à Ilha?


Chico:   Carlos perdeu a roupa várias vezes ao nadar (risos). Até que chegou uma hora em que ele, após ter perdido a sua própria calça e também a que eu emprestei, teve que fazer a sua própria vestimenta.


Carlos:   Então eu comecei a perceber que precisamos trabalhar para conseguir o que queremos e o que precisamos. Também contando com a ajuda dos outros, é claro. Chico até me deu a ideia de como fazer a tanga.



  


Equipe:  Ah, é?! E qual foi essa ideia?


Carlos:   Chico sugeriu que eu fizesse a tanga com os trapos que haviam restado dentro do barco que nós usamos para o passeio. E não é que deu certo? Valeu Chico! (risos).


Chico:   De nada (risos).


  
Equipe : Foi difícil chegar à Ilha Quilomba?


Chico:   Olhe... nos perdemos em meio à neblina e navegamos sem rumo até que chegamos lá. Foi fácil não...


Carlos:  Pois é... foi uma confusão. Se bem que nós aprendemos bastante, como já falei.


 
 


Equipe:   Carlos, qual foi realmente o momento em que você despertou para a necessidade de trabalhar para conseguir o que quer?


Carlos:   Foi quando as coisas finalmente começaram a dar certo para mim naquele dia. Eu fiquei impressionado quando, após tanta dificuldade, consegui me alimentar e permanecer com roupa que eu estava.


 




Equipe:   E você relacionou na hora, Carlos, estas conquistas com o seu trabalho?


Carlos:   Que nada! Só depois da explicação da Luana, mesmo. Ela me fez ver que aquelas coisas boas acontecendo eram graças ao meu trabalho. Achei isso demais!


 


 Equipe:   O que vocês acharam mais bonito na Ilha Quilomba?


Carlos:   Descobrir que aquele lugar – tão perto e mesmo assim desconhecido  pra gente – era daquele jeito, tão organizado e com uma natureza incrível.


Chico:  Gostei de tudo, principalmente do que vi nos quitungos, casas bem simples onde até as crianças, veja só, até as crianças tinham sua forma de colaborar com o grupo todo.


  


Equipe:   Qual seria então esta riqueza incalculável que o avô de Luana disse ter na Ilha Quilomba?


Chico:   O valor, a importância do trabalho. Mas também o respeito ao próximo, viu? Sabe por quê? Pra que nunca mais a gente precise ver se repetindo na nossa história aquela injustiça chamada de escravidão.


 


 Equipe:   Levando este aprendizado pra vida de vocês... Qual a 1ª coisa que vão fazer, quando voltarem para suas rotinas?


Carlos:   Não me aproveitar do esforço de mais ninguém. E aprender a fazer as coisas, por mim mesmo, como conduzir um barco, por exemplo, que tanto gosto de usar para passear.


Chico:   Não me sentir mais na obrigação de fazer tudo pelos outros, no lugar dos outros, entendeu? Como eu fazia pelo Carlos. Ter aqui na minha mente que todos nós temos direitos e deveres.


 
            Nossa equipe propôs fazer uma entrevista ping pong  com os meninos.  E a dupla topou, veja só:


 

Chico



Qualidade :  Prestativo


Defeito : Roer unha quando estou nervoso


Hobby : Empinar pipa


Um prato :   Pirão de peixe


Uma mania :   Procurar formatos nas nuvens


Medo : Ficar sem minha família


Um ídolo :   Deus


Um sonho : Ser jogador de futebol


 


Carlos



Qualidade : Sincero


Defeito : Autoritário


Hobby : Passear de barco


Um prato : Pirão de peixe


Uma mania :  Colocar 2 despertadores para tocar (e não acordar com nenhum)


Medo : Ficar sem os amigos


Um ídolo :  Deus


Um sonho : Ser capitão de um grande cruzeiro


Esperamos que tenham gostado... E vocês, que personagens, de quais livros achariam 
legal entrevistar?

Obg,
Bjs,
Alice Vasconcelos :)
 


 


 


 


 


 


 


 

A Viagem de Mao-Mi








Sabe aqueles desenhos cheios de detalhes que a gente vê nos ideogramas chineses? Pois é, cada um tem um significado e parecem beeem trabalhosos para copiar. Imagina então, memorizar!


            Mas no livro “A viagem de Mao-Mi” fazemos isso naturalmente, enquanto acompanhamos a personagem, Flor Selvagem na busca pelo seu gatinho fujão, o Mao-Mi. Flor Selvagem usa um relógio velho e especial do seu avô para viajar no tempo e achar o gatinho.


            Então é apresentada a grandes invenções chinesas como os palitos de fósforo,os fogos de artifício e a pipa. A cada capítulo, algumas palavras vão sendo substituídas por ideogramas. A autora Lisa Bresner, sempre gostou muito de coisas que lembrem a China e usou isso no livro “A viagem de Mao-Mi”.


            O livro fica ainda mais legal com as ilustrações de Frédérick Mansot, bem coloridas e feitas de um jeito diferente: ele mistura papeis impressos e tecidos japoneses, chineses ou escoceses com suas técnicas de pintura. Ficam lindas como você pode conferir nas fotos. E ainda tem as caligrafias de Fan Yufi ensinando por etapas a fazer os ideogramas.


            Para saber o final do livro, saber se Mao-mi volta, se eles ficam presos no tempo passado, ou se voltam para o presente, isso, só lendo o livro para saber! Veja algumas ilustrações.


 


Beijos,


Alice


           







O Tempo






A cena acima faz parte do curta-metragem "Lighthouse" ("O Farol"), do diretor taiwanês Po Chou Chi, com uma história linda, que nos faz pensar muito... sem usar nenhuma palavra para isso.


O filme mostra, em pouco mais de 7 minutos, momentos da relação entre um pai e um filho. O Farol está ali simbolizando um lugar seguro, o abraço do pai.


Po Chou Chi ganhou com este curta 27 prêmios internacionais, participou de 50 festivais de cinema e dedicou O Farol aos seus pais. Expressou com muita sensibilidade a respeito de um tema importante para todos nós, o tempo, que passa sem parar e os ciclos que nunca acabam. Mostra que o “barco” da vida (as conquistas, o aprendizado) sempre vai aumentando e isso pode conduzir para outros caminhos, mas os filhos ao voltar, encontrarão o amor de seus pais.


É interessante encontrarmos o mesmo tema (o tempo), sendo tratado de outras maneiras, como, por exemplo, no poema de Mário Quintana, que nos propõe aproveitar ao máximo o tempo presente.


O Tempo


A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.



Que a gente saiba aproveitar todos os momentos ao lado dos nossos amigos,família...Confira agora este belíssimo filme acessando o link